Espinha Bífida: Como a Fisioterapia pode ajudar na melhora da condição do paciente

O modelo para identificar as incapacidades nos três níveis que envolvem a saúde (atenção primária, secundária e terciária) e desenvolver um plano de tratamento centrado no paciente


A Espinha Bífida (EB) é a malformação do tubo neural mais comum e costuma resultar em uma abertura cutânea, musculofascial, vertebral e dural, podendo haver protrusão e exposição da medula espinhal.


O modelo teórico da CIF (Classificação Internacional de Funcionalidade) tem sido amplamente utilizado para avaliar, estabelecer objetivos e guiar o processo de reabilitação. Tal prática reflete a mudança de uma abordagem fundamentada na doença para a ênfase na funcionalidade como um componente da saúde.


Assim, a implementação de um modelo de funcionalidade e incapacidade possibilita ao fisioterapeuta, em sua prática clínica, estabelecer um perfil funcional específico para cada indivíduo.


No livro são apontados diversos instrumentos, testes e medidas que podem ser utilizados durante a avaliação.


Para mais conteúdos sobre Fisioterapia Pediátrica encomende Fisioterapia em Pediatria - Da Evidência à Prática Clínica.


*Conteúdo retirado o Livro Fisioterapia em Pediatria - Da Evidência à Prática Clínica, capítulo 6; Espinha Bífida.


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